Turma da Mônica
23/01/2004
50 anos!
Este post é totalmente dedicado à minha adorada e querida mamã e seus 50 anos. Puxa! Como é bom minha mãe estar vova, com saúde, bem disposta e cheia de planos e sonhos no seu cinquentenário.
Mamã.... minha mamã... Feliz aniversário! E mais cinquenta anos de vida pra vc fazer tudo aquilo q tem vontade.
Mulheres
Ei Caraminholas... Não esqueci de vocês, nem dos assuntos que marcaram a minha semana para comentar aqui. Havia até marcado em meu caderninho, mas nem precisava. Quero hoje falar sobre o jeito de ser das mulheres... Nós mulheres!
Tive vontade de falar deste assunto após assistir alguns episódios do BBB4.
O que acontece é o seguinte. Nós do sexo feminino somos muito encanadas. Demais!!! A gente briga, fofoca, se incomoda, repara, cochicha, enquanto os homens estão lá... Discutindo quem eles querem comer e tal... Eles, raramente, brigam por causa de mulher. Mas nós... Hummm, tudo é motivo de briga, principalmente o sexo oposto. Por que será que é assim, né?
Eu lembro que quando estudava no São Jusa e depois no Anglo, principalmente no primeiro colegial, as meninas da minha sala eram uma intriga só. E eu gostava de ficar com os meninos, que ao lado deles, não parava de dar risada. Era um tal de mandar cartinha falando "verdades", e depois dava o dedinho ou chorava pedindo desculpas pelo desaforo... Tudo tinha um ritual para fazer e desafazer... Ao contrário dos meninos, que era um tapinha nas costas, um falo mano. Se tivessem uma desavença resolviam logo ali, na porrada... não deixando nada pra outra hora e impedindo que surgisse qualquer angústia.
Pois é... Meninas tão rococós... Meninos... tão práticos nos sentimentos. Às vezes, caraminholas, em determinadas situações, acho que existe um menino dentro de mim. Alguma caraminhola aí, deve ser um caraminholo... Ai aia ... que bom!
17/01/2004
Cresceu muito
A saudade pelo JuJú cresceu muito nas últimas horas... Será que le vai me ver? Ele deve estar curtindo o computador dele novo. Mas será que não sentiu uma pontinha de saudade de mim entre ontem e hj. Se eu não fizesse questão de vê-lo, será que ele faria?
Pois é... conviverei com esta dúvida. Até agora ele não ligou. Será que será que nos veremos hoje ainda?
Sei não... Caraminholas.
16/01/2004
Estilo próprio
Durante minha adolescência, caraminholas, tinha um estilo próprio de ser. Nunca ia pela cabeça de ninguém. Se não quisesse fazer algo, não ia de jeito nenhum. Era teimosa e decidida.
Como se vocês não soubessem... Mas eu era uma adolescente totalmente apaixonada por todos os amigos que colecionava. Abominava quando namoros começavam a raptar meus amigos da turma. Pois quando nos apaixonamos, ficamos totalmente cegos, surdos e mudos. Como era doloroso pra mim ver algum amigo ou amiga minha "dominado" pelo amor.
Mas hoje eu etendo melhor... cada coisa em seu tempo. Mas gosto da idéia de não ter namorado na minha adolescência. Não namorei mesmo. E fui feliz assim. Tinha muitos amigos a quem podia contar, sair, me divertir e chorar as pitangas.
E há momentos que a saudade faz doer meu peito. Da minha casa, do meu pôr-do-sol, do Neni, da Jade, das chuvas de verão, dos finais de semana na casa da Russa, das festas do bolo, do conservatório, das quintas musicais, do Tonho e do Zé (os amigos mais legais que já tive), das aulas de jazz, da vista do cemitério, dos risos e sorvetes... Do Fernandinho e suas confusões familiares, das tardes de vôlei e do vento na varanda, quando me deitava nas inúmeras redes disponíveis...
Ah Saudade.... Em janeiro tem um dia dedicado à saudade... Só não sei qual ao certo. Acho que é no dia 20 e alguma coisa. Mas a celebremos, antes que este momento passe e não haja mais tempo para saudá-la e senti-la.
Amigas pra valer
Puxa... Tô contente de ter falado com a Livinha. Minha grande amiga Lívia Tiburzio. Ela está namorando há um ano e pouco, como eu. Vencemos as dificuldades da juventude e triunfamos no início da "adultice". E nós que ficávamos horas a fio conversando sobre os bonitos que nos tiravam o sono... Sobre as nossas experiências frustradas do amor... E sobre a glória das chapinhas da cidade, que hoje estão esquecidas e sem triunfos a comemorar. Simplesmente paradas no tempo.
Saudade do Jú
Sabe Caraminholas... tenho que confessar que sinto falta do Jú. Ontem a gente se viu e na quarta tb. Mas sexta-feira à noite é de lei estarmos juntos. E estou meio arrependida de ter falado para ele não me ligar. Senti saudade. Mesmo!
450 anos!
Amanhã, sábadão, irei cortar minha juba de manhã e quero fazer alguma em comemoração aos 450 anos de SP. Convidei a Carolzinha para fazermos um roteiro turístisco pela cidade, daqueles que apreciamos juntas.
Fiquei pensando que quando houver os 500 anos de São Paulo, serei uma avozinha feliz e cheia de vida ainda para levar meus netos aos passeios mais interessantes da temporada. Ah!!! Que delícia pensar que serei uma velhinha ativa, com amigos e quem sabe... com o Jú ao meu lado.
Balada forte
Ontem o Jú veio aqui em casa já bem de noite ficar comigo pra sempre. Eu gostei, apesar dele não conseguir concentrar-se em mim. Não sei o porquê, mas o Jú não gosta de ficar me fitando... Ele dispersa, fecha os olhos... Sei lá. Às vezes eu desejo passar uma noite de puro carinho com ele: só cafunés, beijinhos e muito afago.
E ontem... não foi o caso deste misto de amor com carinho. Pois num só momento a paixão explodiu tão voluptosa, que caímos numa balada forte e brava. Foi uma das melhores vezes. Esqueci de todos os barulhos, de todo o funcionamento do ambiente e só buscamos o prazer mútuo. Não me arrependo. Foi DEMAIS! O prazer pra mim está cada vez mais forte e intenso. Maturidade, caraminholas? Que bom! Sempre pensei que comigo nada seria exacerbado...
Demorei!
Demorei, não Caraminholas? Mas é que ando meio atarefada demais para sentar-me diante desta tela e escrever sobre meus devaneios cotidianos.
Minha semana foi de muito trabalho. Hoje o dia amanhceu com uma garoa própria de São Paulo e o entardecer foi um dos mais lindos do ano, com um Sol de dar inveja a qualquer cidade praiana. Deu uma súbita vontade de correr a Av. Brasil inteirinha, mesmo de sandália e curtir o Parque Ibirapuera.
Falando nele... comemorarei o programa dos 450 anos de SP lá. Iremos na quarta-feira passar o dia, fazer uma reportagem e conhecer nos mínimos detalhes o lugar mais prazeroso de visitar em Sampa. Quanta admiração, não Caraminholas. Mas o cinquentão Ibira merece minhas palavras elogiosas.
12/01/2004
É chegada a hora das estórias...
Sabe caraminholas... Eu quero escrever estórias, sabia? É um sonho de infância, de adolescência, de adulta... Mas eu não consigo parar e escrever... Falta persistência e confiança em mim mesma.
Quando estava na facul, ficava com medo de escrever frente às escritas tão legais dos meus colegas. E o que me ajudou a desbloquear um pouco este "travamento" foi o Drabelo, meu primeiro blog. Todo mundo gostava do DRABELO!!!
Enfim... aqui estou eu, 23 anos, cheia de devaneios pululando na minha caixa imaginativa de inspirações... E vocês caraminholas... São grandes produtoras de idéias aí na minha cabeça. Por que não começarmos aexercitá-las no papel ou mesmo na telinha com seus olhos de vidro, que não intimida ninguém... Só estimula a teclar, teclar e mais teclar...
Falando em telinha... fiz um acordo com o Jú. Vou comprar o micro dele. Sim!!! Saindo uma grana aí, compro à vista, sem prestação. E aí montarei meu templo da inspiração e execução. Com um computador no meu quarto, entro no clima total, inspirada por trilhas do meu acervo cultural e ... tudo fluirá , não Caraminholas? Não é isso que precisavam para escreverem bastante? Pois é... Sem mais desculpas.
Estórias ... Nos aguardem! Vamos criá-las, alterá-las e consumi-las. Estejam preparadas para muitos caracteres. Com umas pitadinhas de sofrimento, mas belas. Sempre belas e do coração. Que seja o ano da produção de estórias e revelação de um talento nato e, por fim, uma realização de um sonho de infância... Desde à escrivaninha do meu vô Calmon.
Mundo regrado
O Jú foi fechar com uma empresa hoje... E lá é o "mundo regrado". Cheio de nãos e terminantemente proibido fazer as coisas do mundo prazeroso. O cara ficou falando mais do que não pode ser feito do que das coisas positivas... Eu lembro quando trabalhava no Fleury que eu nunca começava os e-mails que respondia aos clientes com a interjeição "não" e evitava ao máximo a palavra, que embora magra, seja de muito peso: problema.
Pois é... sejamos todos otimistas e positivos. Vamos falar de coisas boas e aceitações, não ao contrário. Olha ele lá pra estragar a festa... Não pra isso, não pra aquilo. Quando a gente é pequeno ouvimos muitos nãos. E quando crescemos, a maior vontade de todas é extrapolar todos eles, infringindo as regras que os pais sempre se esforçaram para firmar em nossa formação. E não adianta. O proibido é uma aventura, é uma gostura de emoção, mas trás sérios problemas de consciência e encucações.
Então, Jú... Não se apavore. Às vezes ele também vem para apaziguar a situação: não chore, não desista, não brigue comigo... Não deixe de ser feliz!!!
Relax total...
Eu ando meio irritada com as coisas do cotidiano... Por mais que me esforce para me conter, ando estourando fácil. E refletindo um pouco, num momento de pensamentos voadores, decidi que quero mudar de humor. Quero ficar relaxada, sem preocupações e grilos.
Decidi que preciso começar a ler um livro que me prenda, que eu goste muito. Aí... lendo a crônica da minha querida escritora Martha Medeiros, descobri o escritor Alain de Botton. Quando tiver dinheiro, compro os livros dele. Compro mesmo! Preciso viajar... Se não for concretamente, será através das palavras.
Então... Caraminholas, relaxem, fiquem no clima do verão. Vamos ser felizes e na paz juntas, minhas amigas?
10/01/2004
Dia de Sol, festa no mar... e o barquinho a deslizar, sob o azul, azul do mar...
Como fico super bem humorada quando o dia lá fora está lindo, com um baita Sol a nossa espera. Pra mim, é um convite à felicidade, ao bom relacionamento com o meio em que vivemos, envoltos pela natureza do nosso país. Embora, more em São Paulo, fico procurando entre os concretos daqui, aquela graminha verde, aquela árvore magestosa, as flores da infância e as encontro nos caminhos por qual percorro.
Um dos lugares que mais aprecio aqui na cidade de São Paulo é o Parque Ibirapuera. Para mim, caraminholas, como paulistana e amante da natureza, não há lugar melhor para passarmos as manhãs de domingo. Tão lindo, tão repelto de vida, cores e variedades de trilhas e lugarzinhos aconchegantes dos eucaliptos cinquentões... Pois é... São Paulo comemora 450 anos em 25 de janeiro e o Ibira é um cinquentão, sabiam?
Ouvi uma entrevista da Maria Adelaide Amaral, aquela que escreveu a minissérie Um só coração, que o Ibira foi inaugurado em 54, como um presente ao 400 anos da cidade. E lá no Ibira tudo tem história... A arquitetura de Oscar Niemayer foi toda projetada especialmente para o parque. A marquise por exemplo, foi construída com teto baixo e no meio do parque, para sobre ela as pessoas poderem enxergar todo o parque e suas magnitudes. Ele mal poderia imaginar que no meio de tanto verde, se reuniriam tantos skates, patins, bicicletas e outros esportes sob o concreto da marquise.
Tem também o Obelisco na Praça Pedro Ávares Cabral e os mausoléus dos guerreiros de 32, o MMDC. O Obelisco, nada mais é, que uma espada fincada, símbolo do sacrifício da revolução dos paulistas contra os governantes da época.
E lá no Ibira tem os jardins das esculturas, o cantinho da leitura escondido no meio de caminhos e árvores... Tem os bosques, os lagos, a praça da paz e de shows populares. Tem os briquedos de criança, os museus de arte moderna, as bienais... Tem até a PRODAM, um órgão de processamento de dados do governo. Abençoados são os que trabalham lá. Tem também as inúmeras pistas de corrida e as ruas com nomes de "Democracia, sabedoria e amizade".
De tanta admiração pelo Parque mais especial e bonito da cidade, o que abriga famílias, namorados, esportistas, cachorros e crianças, sendo da camada mais alta ou baixa da população, é que ele se transforma num marco e símbolo dos paulistanos cansados da concretude das ruas e avenidas. Lá é o refúgio para toda a nossa falta de paisagens na terra do trabalho e da garoa. É lá que resgatamos o nosso gosto pela saúde, pela natureza e esquecemos da imensa exclusão social que vemos todos os dias pelas ruas da cidade.
Eu, caraminholas, escolhi o Ibira para ser o lugar onde comemoraremos o primeiro programa da série 450 anos de Sampa. Vamos ver se a equipe aprova na reunião que faremos amanhã.
E hoje.... neste dia tão bonito, é dia de Ibira e de todos os parque da cidade. É dia de sair pra fora de casa e curtir o sol!
Eu? Estou aqui... navegando no computador... Mas amanhã irei para o parque cedinho recarregar minhas energias positivas. Compromisso agendado!
Beijú!
09/01/2004
08/01/2004
Viajar é preciso...
Estive pensando muito hoje sobre viajar... Eu estou com 23 anos e muitos poucos quilômetros rodados por este Brasil afora... Êpa! Calma, caraminholas... Quilômetros de conhecimentos de lugares, paisagens, praias e montanhas...
Quando era criança tinha três sonhos muito fortes na vida: ter um quarto só pra mim, ter cabelo comprido e conhecer o Brasil do Oiapoque a Chuí. Pois é... os dois primeiros realizei fácil, fácil... Mas este terceiro ainda é uma incógnita. Quando será que terei condições ou alguma espécie de patrocínio para viajar sem parada por este Brasil, e conhecer cada cantinho, cada sotaque, cada maneira de se viver num só país? Poderia fundar uma ONG, como as meninas da Vaga Lume e sair por aí...
Tem o norte da Amazônia, da terra da borracha, da juta, dos índios e do Teatro mais bonito do Brasil, o de Manaus. Tem o Nordeste, terra judiada pela seca, das pessoas sofridas com veia artística notável, praias paradisíacas e com os batuques mais bonitos... Lá no centro, no coração do Brasil, tem os cerrados, as chapadas e o pantanal... Lá no Sul são os pampas, a cultura, o frio, as serras e a história viva a cada esquina. No sudeste... só falta o Rio... a cidade maravilhosa.
Pois é... preciso incluir as minhas viagens nos meus objetivos destes próximos anos. Quem sabe no final deste ano viajarei para um lugar bem especial???
07/01/2004
Delícia...
Depois de tanto trabalho, fui de metrozão para a casa do Jú. Fui para uma reunião de negócios... sobre o site. Mas, minhas caras caraminholas... O JuJú tava tão lindo e delícia hj... Não consegui ficar falando de trabalho, de comandos e funcionalidades... Eu adorei ter visto o Jú. Às vezes a gente nem se curte muito qdo a gente se vê, de ficar aos longos beijos e tal. Entretanto, só de ficar em sua companhia já dá um quentinho no coração... uma felicidadezinha ... E uma vontade do "pra sempre" chegar bem ligeiro e fugir do mundo das coisas reais.
Aliás.. fugir está sendo o meu maior desejo ultimamente. Que fosse por uma noite, por um dia... Queria só ficar com o Jú. Vamos ver se as nossas comemorações acontecem...
O Jú falou do nome "Lucas". Achei tão tão bonito hoje... Eu tenho um primo Lucas. Mas, na maioria das vezes, chamo-o de Luquinhas. Perde todo glamour... Como sou apegada às coisas passadas, é claro que dei a idéia de Lucas Miguel. Êta novela mexicana... Não dá. Mas então, percebi que terei três filhos: a Luísa, o Miguel e o Lucas. É por isso que me deu um estalo. A vida está cheia de presságios ... Basta percebê-los.
Só no lelê...
Hoje estou muito cansada... Fui trabalhar pela manhã e, sem almoçar, nem um coffe breake se quer, emendei com a gravação do programa lá na rádio. Fiz tudo direitinho... Terminei o roteiro da Mari, gravei o CD das músicas, fiz o dicas da semana, tirei cópias, providenciei o lanchinho e coloquei a mão na massa lá na produção. Tudo "alone". Mas foi bom, apesar da correria. O programa sobre Animais Marinhos ficou lindinho, principalmente depois que tive uma inspiração divina e escolhi Glub Glub do Helinho como trilha de fundo. Como é bom, ao final do dia, sentir-se que cumpriu o seu papel com eficiência.
Bem... mas resolvi fazer uma lista no meu caderno da Turma das minhas pendências... Todos os tipos... E sabe o que aconteceu? Me dei conta que terei que fazer mil coisas ao mesmo tempo e ganho mto pouco pra isso. Só no lelê... Conversei com o Jú sobre isso e expliquei que só posso exigir depois que concluir um projeto dez. Como os programas não contam... Capricharei e trabalharei com todo meu afinco em cima deste novo site da Palavra. Após a finalização dele... Ah!!!! Aí, sim, irei conversar com o Ptatit sobre estas questões financeiras que fazem toda a diferença do nosso trabalho.
Desorganizada...
Pois é, caraminholas... Vcs precisam me ajudar a me organizar melhor... Ando acordando tarde e não cumprindo todos os meus afazeres e objetivos de 2004. Quero ser atleta, lembra? Pois é... Mas deste jeito não vai dar não... Vi um curso de condicionamento físico para asmáticos na USP: 160 Reais por semestre, duas vezes por semana, das 9h da matina às 11h. Parece interessante... se não fosse pelo fato do professor se chamar Luzimar... Ai que preconceito. As aulas começam em março. Vamos ver, né?
06/01/2004
Tolerância zero
Minha mãe tá uma pilha de nervos... Tolerância zero. Mas é engraçado quando ela fica assim... Começa a falar besteiras de todos e de tudo. Ela está é cansada da falta de respeito, da submissão, da impossibilidade de ser o que quer ser, de estar e fazer o que tem vontade. Mas sei que dia, menos dia, essas correntes que a prende como se fosse uma escrava branca, romperá no dia que o tamanho da sua coragem e sua tolerância se misturarem e chegarem num limite extremo. Tomara que chegue logo... Minha mãe é tão legal, tão cheia de vida... Ela merece mais momentos felizes, de amor, de prazeres da vida terrena.
E já começou o período de comemorações dos 50 anos de mamã... Dia 23 de janeiro é o grande dia. Caraminholas... me ajudem a pensar como fazê-la mais feliz... A bolarmos uns progrmas diferentes, mas inesquecíveis.
Muito trabalho à vista
Meu dia foi bem atribulado de vida real. Estou consciente que terei muito trabalho durante um bom tempo. Então, insegurança profissional pode dar Adeus às minhas caraminholas, pois você não terá vez em 2004. O ano promete ser bem atarefado e de muitas realizações. Basta eu parar e me organizar para conseguir dar conta de todos os meus afezeres. Mas cá pra nós... Adoro esta adrenalina de um monte de coisas e projetos... Dá uma sensação de utilidade com produtividade... Uhmmm. Me dá mais tesão para trabalhar...
E falando em planos...
Bem... estava conversando com o Jú sobre os meus planos 2004 e ele fez uma observação bem interessante... A grande parte são sonhos de comida. Vejam só a minha listinha:
- comprar todos os livros da Martha Medeiros
- ir ao Pátio do Colégio e comer penne à bolonhesa com o Romeu
- ir ao mercado municipal e comer pastél de bacalhau com quiser ir comigo
- começar a andar semanalmente e quem sabe... me tornar uma corredora de Sampa.
- ir viajar com o Jujú pra um lugar só nosso pra sempre...
- comer pão dos monges do Mosteiro de São Bento
- fazer programas bem legais sem a Mari para me encher o saco
- manter minha conta positiva, sem usar o limite tb.
- e fazer programas a dois com o JuJú, bem bacanas... e sem gastar muito.
- ah! Antes que eu me esqueça ... ir aos jogos do Timão e jogar baralho!!! Eh!!!!
Pois é... ando mesmo com uma "fome"de coisas gostosas... Eu e o Diogo temos uma mania de ficarmos imaginando qual o sonho de comida de cada um num determinado dia... Hoje o meu sonho de comida era um cuscúz de camarão... Uhmmmmmmm... Só de falar já fico com muita vontade. Imagina quando estiver grávida e cheias de desejo de comida??? Putz! O Jú, os meus irmãos e minha mãe vão pirar. Já estou até imaginando...
Mas enfim... Quero que este ano seja de muito trabalho, sucesso com as minhas atividades profissionais, conlusão de projetos. Pretendo conseguir guardar um din din, por menor que seja e quero voltar a estudar. Que seja inglês, mas que eu estude novamente.
Quero fazer uma atividade física... Começando aos poucos e me disciplinando, acho que é um bom começo. Vi um lance de condicionamento físico para asmáticos na USP e acho que vou fazer. Aí aproveito e vejo se cuido da minha saúde que não andou mto bem neste ano que passou.
Quanto ao amor... Ai o amor!!! A operação desgruda-Jujú foi cancelada, mas quero jogar a insegurança fora... Eu acredito que tenha sido um momento de grandes angústias pra mim neste final de ano. Normal... Esta datas provocam uns sentimentos contraditórios mesmo... Veja só: o ano inteiro é um turbilhão de afazeres, descontamentos e vivências boas... No final do ano, sobra um tempinho para reflexão e ficamos meio nóia... fantasiando o que não há para fantasiar.
O Jú e a minha mãe possuem uma teoria que eu gosto de sofrer, estilo "novela mexicana". E sabe que estava no ponto de ônibus hoje e reparei que é uma verdade sobre mim. Por pior que seja aceitar? Pois é... Estava meio "frustrada" pelo fato da Rebouças não estar um caos como imaginava... Olha que piração?
Bem, minhas caras "caraminholas". Vamos nos organizar e produzir muito neste ano de 2004. Sem chororôs e imaginações férteis. Sejamos práticas, determinadas e lutadoras. É isso aí!!!
05/01/2004
Feliz 2004!
Começo de ano é um momento de recomeços de planos, de arrumação de casa e das nossas idéias e objetivos. É um momento de muita reflexão. É hora de plantar sementes para mais tarde, ao longo do ano, existirem frutos a serem colhidos. Portanto, não deixemos o Sol derreter nossos neurônios inspiradores neste verão. Que os planos sejam feitos e que tenhamos persistência para mantê-los e realizá-los. A começar por este blog... Que nasce, passa um tempo em coma, renasce, morre, ressuscita... Enfim! Que neste ano de 2004, que a persistência esteja comigo e com todos que desejam alguma coisa.