Turma da Mônica
21/06/2004
 
Atenciosamente
Oi meu blog queridinho!!!

Faz tempo que não pouso as minhas palavras por aqui, não? Mas hoje estava com uma vontade de desabafar e então minhas caraminholas me aconselharam a vir aqui, como num divã e contar o que anda acontecendo...

Bem... meu trabalho vai mais ou menos, tenho vontade de fazer mais coisas e irei fazer. É só questão de tempo. A Sandra e o Paulo não prestam muito atenção nas coisas que eu faço. Eu quero trabalhar com o Zé povão. Fazer uma coisa mais produtiva. Esta coisa de "assessoria de imprensa" é para publicitários... Não para jornalistas. E na Palavra Cantada a falta de atenção continua imensa.

Assuntos do coração, to meio pertubada. Às vezes o meu relacionamento com o Jú é tão MARAVILHOSO. Mas às vezes sinto uma falta de atenção enorme da parte dele. Fui perguntar que dia era o meu aniversário e ele errou a data. Ele acha que morei em Belo Horizonte e marcou a viagem de três meses no mês que a agente comemora dois anos e no mês do meu aniversário. É duro ter que admitir. Mas ele não está nem aí. Ele pensa muito nas coisas dele, nos planos dele, nada em conjunto. Não somos um casal. Somos duas pessoas que estão juntas.

E será que ele é o cara? Há momento que tenho muitas incertezas.

Por isso tomei uma decisão. Parar de remoer essas idéias de amor, pois acabo perdendo muito tempo com isso. Quero lutar pelo meu futuro. Fazer a pós, conseguir um emprego melhor e ter uma casinha na montanha para a chegada da Luísa. São meus sonhos e vou lutar para que se tornem realidade. Irei fazer um esforço grande para seguir a minha vida sozinha e não gerando expectativa em relação ao Jú, que já provou que não tem plano nenhum comigo. Além do que, às vezes acho que o lado machista dele fala mais alto e ele só quer uma mulher, não como companheira, mas como uma pessoa que realiza e satisfaz serviços que uma mulher possa oferecer.

Triste, não? Mas foi o que sinto.

Obrigada por esta força caraminholas, queridas. Iremos ter idéias muito boas, que se tornarão projetos prósperos. E sem esta coisa de amor que machuca, nos destrói e nos faz sofrer.

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